Israel e os Crimes de Guerra contra a Humanidade: A Inesperada Confissão!
“No início, foi determinado que se iria de casa em casa. Era suposto ir junto com uma pessoa que era transportadora de um blindado designado de Achzarit [literalmente, Cruél] para rebentar as portas dos rés-do-chão para começar a disprar no interior e depois ... Eu chamo isto de assassinato ... com efeito, o que era suposto era ir de andar em andar e qualquer pessoa que identificássemos, era suposto darmos-lhe um tiro.” Testemunho de um soldado israelita que participou na recente guerra de 22 dias contra Gaza, in: Amos Arel, “Shooting and Crying”, disponível em http://www.haaretz.com/hasen/spages/1072475.html “Precisávamos de matar qualquer pessoa em lá estevesse. Sim, qualquer pessoa que esteja em Gaza é um terrorista.” Outro testemunho, mesma fonte. O Médio Oriente esta semana testemunhou, como quase sempre, algumas oportunidades históricas para que os homens possam não deixar de acreditar na paz, na reconciliação e no direito de todo e qualquer povo poder ser livre e escolher...