Israel bombardeia Gaza em resposta a ataque do Hamas
A força aérea israelita bombardeou, esta noite, várias zonas na faixa de Gaza, em resposta a um ataque atribuído ao Hamas.
Os mísseis israelitas visaram um edifício utilizado pelas forças de segurança do movimento islamita, assim como vários túneis de contrabando junto à fronteira com o Egipto.
Pelo uma pessoa morreu e outras oito ficaram feridas na sequência dos ataques. A vítima mortal era um jovem militante do Hamas, atingido por um míssil lançado sobre uma roulotte nas imediações do campo de refugiados de Magazhi.
Israel justificou a operação como uma resposta ao lançamento de um míssil do Hamas sobre a cidade de Ashkelon.
O engenho explosivo caiu ontem à tarde nos arredores da localidade, provocando apenas danos materiais.
É a primeira vez, desde há vários meses, que um míssil atinge a localidade de 125 mil habitantes.
O ataque levou a diplomacia israelita a alertar a ONU para as acções do Hamas que continuam a bloquear as negociações de paz israelo-palestinianas.
Outros dois rockets tinham caído ontem junto a um edifício público em Sha’ar Hanegev, sem provocar vítimas. O exército israelita descartou a implicação do Hamas neste ataque, atribuído a outros grupos armados palestinianos.
Copyright © 2010 euronews
Epa, esta cena já começa a cançar...quando é que isto termina? Parece duas comadres, te insulto porque tu me insultaste, e a maior hipocresia é dos políticos ocidentais que, publicamente, dizem querer um estado palestiniano, mas por trás andam a se oferecer a Israel. E a coincidência é que isto acontece enquanto o Rei da Arábia Saudita está em périplo pelo mais instáveis países do Médio Oriente que, por sinal, são vizinhos de Israel: Egipto, Líbano, Síria e Jordânia por forma a que se encontre um ponto comum e se harmonizem posições em nome da unidade árabe, algo que Israel sempre lutou contra. Isto significa que Israel "pode" ter orquestrado o ataque ao seu território para "enviar uma mensagem" aos árabes, tipo: olha, o problema não é comigo, é com o Hamas que, muitos, julgam ser terrorista mas é, apenas, um movimento de libertação nacional como foi a Frelimo em Moçambique, a MPLA em Angola, ou a Fretlin em Timor Leste, apenas para citar alguns exemplos.
Abram os olhos, este conflito serve muitos interesses e uma pergunta fica no ar: o que poderia acontecer às relações fraternas entre os EUA e Israel no dia em que nascer a República da Palestina e o estado hebreu tiver em paz com todos os vizinhos árabes? Será que haverá necessidade de presença militar americana no Médio Oriente, seria para quê?
Abdula Manafi Mutualo
Os mísseis israelitas visaram um edifício utilizado pelas forças de segurança do movimento islamita, assim como vários túneis de contrabando junto à fronteira com o Egipto.
Pelo uma pessoa morreu e outras oito ficaram feridas na sequência dos ataques. A vítima mortal era um jovem militante do Hamas, atingido por um míssil lançado sobre uma roulotte nas imediações do campo de refugiados de Magazhi.
Israel justificou a operação como uma resposta ao lançamento de um míssil do Hamas sobre a cidade de Ashkelon.
O engenho explosivo caiu ontem à tarde nos arredores da localidade, provocando apenas danos materiais.
É a primeira vez, desde há vários meses, que um míssil atinge a localidade de 125 mil habitantes.
O ataque levou a diplomacia israelita a alertar a ONU para as acções do Hamas que continuam a bloquear as negociações de paz israelo-palestinianas.
Outros dois rockets tinham caído ontem junto a um edifício público em Sha’ar Hanegev, sem provocar vítimas. O exército israelita descartou a implicação do Hamas neste ataque, atribuído a outros grupos armados palestinianos.
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Epa, esta cena já começa a cançar...quando é que isto termina? Parece duas comadres, te insulto porque tu me insultaste, e a maior hipocresia é dos políticos ocidentais que, publicamente, dizem querer um estado palestiniano, mas por trás andam a se oferecer a Israel. E a coincidência é que isto acontece enquanto o Rei da Arábia Saudita está em périplo pelo mais instáveis países do Médio Oriente que, por sinal, são vizinhos de Israel: Egipto, Líbano, Síria e Jordânia por forma a que se encontre um ponto comum e se harmonizem posições em nome da unidade árabe, algo que Israel sempre lutou contra. Isto significa que Israel "pode" ter orquestrado o ataque ao seu território para "enviar uma mensagem" aos árabes, tipo: olha, o problema não é comigo, é com o Hamas que, muitos, julgam ser terrorista mas é, apenas, um movimento de libertação nacional como foi a Frelimo em Moçambique, a MPLA em Angola, ou a Fretlin em Timor Leste, apenas para citar alguns exemplos.
Abram os olhos, este conflito serve muitos interesses e uma pergunta fica no ar: o que poderia acontecer às relações fraternas entre os EUA e Israel no dia em que nascer a República da Palestina e o estado hebreu tiver em paz com todos os vizinhos árabes? Será que haverá necessidade de presença militar americana no Médio Oriente, seria para quê?
Abdula Manafi Mutualo
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