11 de Setembro: 8 Anos de Verdades ou Mentiras?



A Al-Qaeda ainda é bem capaz de atacar os Estados Unidos e está muito concentrada nesse objetivo… Eles também têm capacidade de treinamento, de apoio e de financiamento… O Exército americano trabalha para se assegurar que isso (um novo atentado) não se repita.” afirmou o chefe do Estado-Maior conjunto americano, Michael Mullen



“O mais intrigante é que apesar de todos os esforços que foram movidos, inclusive atravessando o oceano e indo parar no Médio Oriente, para capturar o mentor de tal desgraça nada se conseguiu do que, gastar um montante enorme de dinheiro e um desgaste visível na política externa norte-americana.” Lido em um blog que já não possuo referências




Hoje, eu, você, o mundo, principalmente os Estados Unidos da América, relembra o trágico dia que há 8 anos atrás matou mais de duas mil pessoas no maior atentado terrorista da história. O dia 11 de setembro ficará ainda na minha memória como o dia em que comecei a minha aventura pelo mundo dos que têm uma opinião, dos que gostam de a partilhar para serem ouvidos e clarificar alguns "dogmas" que entram nas nossas casas pela televisão ou lidos nos jornais que têm pouca vontade de pesquisar o que está por detrás das verdades que todos assumem como um facto. "Graças" ao 11 de Setembro, eu comecei a publicar artigos nos jornais e sempre que a data chega, escrevo um artigo a lembrar a mesma como uma espécie de homenagem e actualizar o que tem acontecido desde então no que aos principais factos a data se recorda nesse dia em que o mundo deixou de ser o mesmo e viajar de avião, principalmente a pessoas como eu com uma aparência asiática e nome muçulmano, passou a ser uma aventura e um gesto de paciência.



No Wikipédia pode se ler que Desde a Guerra de 1812, esse foi o primeiro ataque de efeitos psicológicos e altamente corretivos imposto por forças inimigas em território americano. Causado, como se passou a dogmatizar-se, por uma célula terrorista ligada à rede Al Qaeda, esse inimigo invisível deixou um saldo de mortes superior a 3 mil. Para se ter uma idéia quantitativa de seu resultado arrasador, só o ataque em si excedeu o saldo de aproximadamente 2400 militares norte-americanos mortos no ataque sem aviso prévio dos japoneses à base naval de Pearl Harbor em 1941; além disso, essa terrível demonstração de impunidade foi caprichosamente planejada e direcionada aos ícones americanos, praticada impunemente, e tendo como armas aviões comerciais. O acto agravou-se muito mais por ter sido transmitido ao vivo pelas cadeias de TV do mundo inteiro, com a própria tecnologia americana. Tal ataque, ainda sem precedentes em toda a história da humanidade, feriu profundamente o orgulho americano e superou, em muito, o efeito moral imposto às tropas americanas pela força aérea japonesa.



Como depois de Pearl Harbour, em que os japoneses passaram a ser marginalizados, discriminados como os "maus da fita", depois do 11 de Setembro foram os muçulmanos a sofrer a mesma sorte. Contudo, a tese de que os muçulmanos não gostam dos EUA é suspeita se considerarmos o número destes que imigram e vivem neste país. Aliás, nas três semanas que recentemente passei por algumas cidades importantes dos EUA, deu para perceber que assim como outros grupos imigrantes que vivem em um país de imigrantes, os muçulmanos se mudaram para os EUA buscando melhores oportunidades de vida e alívio da pobreza de suas terras natais. Os árabes procuraram os centros industriais, enquanto os muçulmanos da Ásia do Sul se dirigiram à Costa Ocidental. Alguns foram estudar em universidades; outros foram trabalhar como escravos. Um estudo do Centro de Pesquisa Pew, realizado em 2007, afirma que 21% dos muçulmanos americanos chegaram do exterior aos EUA durante os anos 90.



Os ataques de 11 de Setembro colocaram em evidência o que até então era uma comunidade invisível, levando muitos a se organizar. O Ato Patriota (lei americana que visa combater o terrorismo dentro e fora dos Estados Unidos) limitou as liberdades civis. Muitos sentiram que estavam sendo discriminados. O Conselho de Relações Americanas-Islâmicas (CRAI), grupo defensor das liberdades civis dos muçulmanos, declara que mais de 60 mil pessoas tiveram de se sujeitar às novas ações do governo, tais como interrogatórios, detenções, ataques surpresas e fechamento de instituições de caridade. O CRAI relatou aumento de 64% no número de reclamações acerca de direitos civis no ano posterior ao 11 de Setembro.



Exames mais detalhados levaram muçulmanos a se engajar mais uns com os outros, bem como politicamente, observa Keith Ellison, republicano de Minnesota, primeiro muçulmano eleito membro do Congresso americano. Ellison disse: "A comunidade muçulmana aprendeu a lição de que, se queremos que as coisas mudem para nós nos EUA, temos de nos envolver no processo – observa. – O atual engajamento político da comunidade muçulmana é o maior que já vi."



Algumas Mentiras do 11 de Setembro



O Centro de Midia Independente do Brasil tem um artigo onde se procurarm apresentar várias evidências sobre o fato de que o derrube das torres gêmeas de Nova Iorque NÃO foi feita por terroristas:



1) No dia seguinte à tragédia, o governo dos EUA já tinha nome, endereço e fotos dos "terroristas". Por que não os capturaram antes então?



2) Já havia câmeras de TV profissionais colocadas estratégica, dissimulada e sorrateiramente para transmitirem o evento a todo o mundo, desde o seu início, em vários ângulos. No link da wikipédia que apresentei acima pode-se, também, encontrar um debate sobre o papel das televisões americanas nesta tragédia.



3) Os "atentados" aconteceram antes das 09:00, hora local, quando a maioria dos funcionários nem tinha chegado ainda, já que nos EUA a hora de trabalho começa por volta das 10:00 da manhã.



4) Mais de 80% dos trabalhadores das torres eram imigrantes e, sabe-se bem, que os EUA não têm simpatia por imigrantes e não os recebem bem.



5) Existe uma informação não confirmada de que cerca de 3.000 trabalhadores judeus das torres não foram trabalhar naquele dia.



6) Você viu alguma lista de passageiros dos dois aviões ser divulgada? Claro que não, pois ninguém viu.


7) Sempre que há um acidente aéreo, familiares e amigos vão aos aeroportos buscar notícias sobre os passageiros. Você viu isso acontecer? Claro que não, ninguém viu, pois nada foi divulgado sobre isso, já que não havia o que divulgar.



8) O número dos vôos daqueles aviões era 093 e 011. Segundo foi divulgado o 093 devia ser relacionado ao ano de 1993, quando uma bomba explodiu na garagem de uma daquelas torres e, o número 011, deveria ser relacionado ao próprio dia 11 de setembro. Cá pra nós, acredito que seqüestrar um avião deve ser uma tarefa muito difícil; seqüestrar dois aviões deve ser mais difícil ainda; sequestrar dois aviões no mesmo dia e horário deve ser bem mais complicado. Será que os terroristas ainda iriam ter exigência para escolher os números de vôos? Qual a vantagem disso pra eles? Seria a de aumentar a complicação? Nenhuma vantagem nem importância, claro! A ligação desses números aos "atentados" só tem serventia àqueles que pretendem montar e forjar provas contra alguém.



9) Sequestrar e manter esses aviões sequestrados apenas com canivetes ou faquinhas e sem nenhuma arma de fogo em punho parece ser tarefa cinematográfica e difícil de imaginar que nenhuma reacção tivesse sido tomada com efeito.



10) O dia escolhido para os "atentados" foi o 11 de setembro ou 11/9. Porém, os países de fala inglesa invertem a ordem e escrevem 9/11. Este número coincide com o número 911, adotado e conhecido nos EUA como o número de emergências.



11) A área das torres, desde há muitos anos, já era deficitária economicamente.



Pode-se encontrar em várias fontes com estudos detalhados que relatam uma verdadeira conspiração em que se inclui o Paquistão e o assassinato de do líder da Aliança do Norte do Afeganistão, o comandante Ahmad Shah Masood, que foi ferido mortalmente num atentado suicida a 9 de Setembro, 2001. Aliás, o colega que partilha comigo o escritório, afegão por sinal, defende, com alguma insistência, esta tese, pois para ele quem controlar o seu país significa ter um grande poder estratégico sobre a Rússia, o Médio Oriente, a China e o Subcontinente indiano, para além, naturalmente, do Irão. Na opinião de um coronel do exército saudita, na reserva, o Afeganistão é como um cavalo branco de rara qualidade, mas de defícil domesticação, ninguém consegue manter-se em cima do mesmo por muito tempo e, para ele, o 11 de Setembro teve a ver com a necessidade de adestrar esse raro cavalo branco para fazer fortuna nas corridas de cavalos. Uma metáfora interessante.


Desconheço onde esteja a verdade, mas sinto que quanto anos mais passarem, algumas verdades poderão vir a lume e nos esclarecer que memória tem o 11 de Setembro, se de uma grande tragédia proporcionada por pessoas que se julgam poder falar em nome de uma religião (Islam) ou uma grande mentira talhada por estrategas que usaram o realismo maquiavélico para suportar o interesse nacional americano. Tem a palavra a história que segue e no dia 11 de Setembro de 2010, se continuar neste espaço, cá estaremos para avaliar as verdades e as mentiras deste dia que o mundo se envergonha de ter no seu calendário.

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