Será que é Verdade?
“A desordem é o melhor servidor da ordem estabelecida.”
Em um comunicado divulgado na rede estatal de televisão venezuelana “Vive”, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou que “o sismo do Haiti foi um claro resultado de um teste da Marinha americana” com “uma de suas armas de (provocar) terremoto”.[1]
Os fenónemos “naturais” (o artigo abaixo explica as aspas) devastadores têm sempre o condão de nos provocar emoções e desenvolver um sentido de solidariedade para com as vítimas de tais fenómenos, onde os que crêem, como eu, em Deus rezam e os outros procuram obter explicações científicas para esses mesmos fenómenos. O que eu desconhecia é que poderia haver uma terceira vaga, a da conspiração baseada no interesse nacional dos estados. O título deste artigo foi o desabafo e a inquietação que se me provocou ao ler que o devastador terramoto haitiano tinha sido causado pelos Estados Unidos da América como tubo de ensaio para atacar o Irão. Sinceramente, não sei se é verdade, mas prefiro partilhar com o estimado leitor o conteúdo do que li no sítio do Club dos Angolanos no Exterior[2], citando o conceituado jornal russo Pravda.
O assunto veio para esta coluna porque, acreditando no que vem exposto no artigo, o alvo final é um país do Médio Oriente, o que reitera a posição estratégica desta região para o interesse norte-americano. Eis o artigo na íntegra:
“Marinha russa denuncia que os EUA criaram o terremoto do Haiti
A Frota do Norte tem monitorado os movimentos e atividades navais dos EUA no Caribe desde 2008 quando os norteamericanos anunciaram sua intenção de restabelecer a IV Frota, que foi desmobilizada em 1950, e ao que a Rússia respondeu, um ano mais tarde, com a Frota comandada pelo cruzador nuclear “Pedro, o Grande” começando seus primeiros exercícios nesta região desde o fim da Guerra Fria.
Em um comunicado divulgado na rede estatal de televisão venezuelana “Vive”, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou que “o sismo do Haiti foi um claro resultado de um teste da Marinha americana” com “uma de suas armas de (provocar) terremoto”.[1]
Os fenónemos “naturais” (o artigo abaixo explica as aspas) devastadores têm sempre o condão de nos provocar emoções e desenvolver um sentido de solidariedade para com as vítimas de tais fenómenos, onde os que crêem, como eu, em Deus rezam e os outros procuram obter explicações científicas para esses mesmos fenómenos. O que eu desconhecia é que poderia haver uma terceira vaga, a da conspiração baseada no interesse nacional dos estados. O título deste artigo foi o desabafo e a inquietação que se me provocou ao ler que o devastador terramoto haitiano tinha sido causado pelos Estados Unidos da América como tubo de ensaio para atacar o Irão. Sinceramente, não sei se é verdade, mas prefiro partilhar com o estimado leitor o conteúdo do que li no sítio do Club dos Angolanos no Exterior[2], citando o conceituado jornal russo Pravda.
O assunto veio para esta coluna porque, acreditando no que vem exposto no artigo, o alvo final é um país do Médio Oriente, o que reitera a posição estratégica desta região para o interesse norte-americano. Eis o artigo na íntegra:
“Marinha russa denuncia que os EUA criaram o terremoto do Haiti
A Frota do Norte tem monitorado os movimentos e atividades navais dos EUA no Caribe desde 2008 quando os norteamericanos anunciaram sua intenção de restabelecer a IV Frota, que foi desmobilizada em 1950, e ao que a Rússia respondeu, um ano mais tarde, com a Frota comandada pelo cruzador nuclear “Pedro, o Grande” começando seus primeiros exercícios nesta região desde o fim da Guerra Fria.
Desde o final da década de 70 do passado século, os EUA “avançaram muito” o estado das suas armas de terremotos e, segundo estes relatórios, agora empregam dispositivos que usam uma tecnologia de Pulso, Plasma e Sônico Eletromagnético Tesla junto com “bombas de ondas de choque”.
O relatório compara também as experiências de duas destas armas de terremotos da Marinha dos EUA na semana passada, quando o teste no Pacifico causou um sismo de magnitude 6,5 atingindo a área ao redor da cidade de Eureka, na Califórnia, sem causar mortes. Mas o teste no Caribe já causou a morte de, pelo menos, 140 mil inocentes.
Segundo o relatório, é “mais do que provável” que a Marinha dos EUA teve “conhecimento total” do catastrófico dano que este teste de terremoto poderia ter potencialmente sobre o Haiti e que tinha pré-posicionado o seu Comandante Delegado do Comando Sul, General P.K. Keen, na ilha para supervisionar os trabalhos de ajuda se fossem necessários.
Quanto ao resultado final dos testes destas armas, o relatório adverte que existe o plano dos EUA da destruição do Irã através de uma série de terremotos concebidos para derrubar o seu atual regime islâmico. Segundo o relatório, o sistema experimentado pelos EUA (Projeto HAARP) permitiria também criar anomalias no clima para provocar inundações, secas e furacões.
De acordo com outro relatório coincidente, existem dados que permitem estabelecer que o terremoto de Sichuan, na China, em 12 de maio de 2008, de magnitude 7,8 na escala Richter, foi criado também pela radiofrequência do HAARP. Ao existir uma correlação entre a atividade sísmica e a ionosfera, através do controle da Radiofrequência induzida por Hipocampos, nos marcos do HAARP, conclui-se que:
1.- Os terremotos em que a profundidade é linearmente idêntica na mesma falha, se produzem por projeção linear de frequências induzidas.
2.- A configuração de satélites permite gerar projeções concentradas de freqüências em pontos determinados (Hipocampos).
3.- Elaborou-se um diagrama de sucessão linear dos terremotos denunciados em que casualmente todos se produziram à mesma profundidade.
* Venezuela, em 8 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.
* Honduras, em 11 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.
1.- Os terremotos em que a profundidade é linearmente idêntica na mesma falha, se produzem por projeção linear de frequências induzidas.
2.- A configuração de satélites permite gerar projeções concentradas de freqüências em pontos determinados (Hipocampos).
3.- Elaborou-se um diagrama de sucessão linear dos terremotos denunciados em que casualmente todos se produziram à mesma profundidade.
* Venezuela, em 8 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.
* Honduras, em 11 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.
* Haiti, em 12 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.
O restante das réplicas ocorreu em profundidades próximas dos 10 km.
Logo após o terremoto, o Pentágono informou que o navio-hospital USNS Confort, ancorado em Baltimore, convocou sua tripulação para zarpar para o Haiti, ainda que pudessem levar vários dias até a chegada no Haiti. O almirante da Marinha, Mike Mullen, chefe do Estado Maior Conjunto, disse que o Exército dos EUA trabalhava preparando a resposta de emergência para o desastre.
Logo após o terremoto, o Pentágono informou que o navio-hospital USNS Confort, ancorado em Baltimore, convocou sua tripulação para zarpar para o Haiti, ainda que pudessem levar vários dias até a chegada no Haiti. O almirante da Marinha, Mike Mullen, chefe do Estado Maior Conjunto, disse que o Exército dos EUA trabalhava preparando a resposta de emergência para o desastre.
Fraser, do Comando Sul (SOUTHCOM), informou que navios da Guarda Costeira e da Marinha dos EUA na região foram enviados para oferecer ajuda mesmo que tenham recursos e helicópteros limitados.
O portaviões USS Carl Vinson foi enviado da base naval de Norfolk, Virginia, com sua capacidade de aviões e helicópteros completa e chegou ao Haiti nas primeiras horas da tarde de 14 de janeiro. Outros grupos adicionais de helicópteros unir-se-ão ao Carl Vinson, declarou Fraser.
A Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID), já operava no Haiti antes do sismo. O presidente Obama foi informado do terremoto às 17h52 de 12 de janeiro e solicitou ao seu pessoal que se a assegurassem de que os funcionários da Embaixada estivessem a salvo e que começassem os preparativos para proporcionar a ajuda humanitária que fosse necessária.
De acordo com o relatório russo, o Departamento de Estado, USAID e o Comando Sul dos EUA começaram seu trabalho de “invasão humanitária” ao enviar pelo menos 10.000 soldados e mercenários, para controlar, no lugar da ONU, o território haitiano após o devastador “terremoto experimental”.
Honestamente, espero que tudo isto não passe de conspiração...o caro amigo leitor que decida.
Honestamente, espero que tudo isto não passe de conspiração...o caro amigo leitor que decida.
Fontes:
Leão de Alvalade disse:
ReplyDeleteAbdula Manafi:
Obrigado nós por nos ler. Confesso que estava longe de imaginar que o "ANortedeAlvalade" fosse lido tão longe. Sempre que é possível publicamos aqui as entrevistas relevantes e que não podem ser lidas on-line.
Bruno Martins disse:
Salam Aleikum, Abdula!
Muito bem-vindo.
O Sporting é mesmo muito grande...
Como é que se diz em árabe "O SPORTING É O NOSSO GRANDE AMOR"? :-)
in "ANortedeAlvalade