O Jejum aos Olhos de Várias Religiões

Mateus 6:16-18 declara: “E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam...”
"Ó fiéis, vos está prescrito o jejum, tal como foi prescrito a vossos antepassados, para que temáis a Deus. Jejuareis determinados dias; porém, quem de vós não cumprir o jejum, por achar-se enfermo ou em viagem, jejuará, depois o mesmo número de dias. Mas quem, só à custa de muito sacrifício, consegue cumpri-lo, vier a quebrá-lo, redimir-se-á, alimentando um necessitado; porém, quem se empenhar em fazer além do que for obrigatório, será melhor. Mas, se jejuardes, será preferível para vós, se quereis sabê-lo. O mês de Ramadan foi o mês em que foi revelado o Alcorão, orientação para a humanidade e evidência de orientação e Discernimento." Al-Qur'an 2:183-184.
Faz muito tempo que vivo no exterior e um dos momentos mais complicados para mim é o início do mês de Ramadan, nono mês do ano Islâmico, altura em que tenho que me abster completamente de comer, beber, ter relações intimas no espaço de antes da alvorada até o por do Sol, durante todo o mês, dado que sinto as saudades das iguarias da minha mãe e da festividade que acompanha esse mês junto dos amigos e família que tenho em Maputo. A hora que escrevo este artigo, 14 horas em Jeddah, ainda é incerto se o jejum começa na sexta-feira ou sábado, pois dependerá do nascimento da lua, mas as ruas, as lojas e centros comerciais já estão 'vestidos à rigor' para receber o sagrado mês. É assim em todo o Médio Oriente e nos países muçulmanos como Indonésia, Malásia, etc. Por este facto, julguei ser interessante trazer as posições das principais religiões em relação ao que significa jejuar.
Jejum Islâmico:
Diz-se que seria um grave erro restringir o sentido do jejum Islâmico à uma definição literal de ser apenas o 4º Mandamento para os muçulmanos, dado que o jejum tem um significado espiritual, que é purificar a alma. Por outro lado, cria no homem o verdadeiro espírito de dedicação social, de unidade, fraternidade e de igualdade perante Deus assim como perante a Lei. Tal espírito emana naturalmente do facto da pessoa que Jejua sentir que pertence a sociedade muçulmana como um todo (Ummah), por cumprir o mesmo dever da mesma maneira e ao mesmo tempo, pelas mesmas razões e com o mesmo intuito com todos os muuçulmanos do mundo. Nenhum sociólogo poderá afirmar ter existido em qualquer período da historia alguma coisa comparável a esta notável instituição do Islam.
O Jejum no Ramadan é parte do programa que o Islam prescreve para o homem completar seu destino moral e espiritual neste mundo e na vida eterna. É a adoração especial designada para desenvolver no homem a habilidade de auto-exercitar sua limitação, paciência em favor de Allah, o Criador, Senhor e Nutridor dos homens. Seu objetivo é dar ao homem o poder de manter seus desejos e tendências controlados, os quais o fazem o homem inclinar à vários pecados, atos de agressão, crueldade e opressão. O Jejum liberta a alma humana e empresta-lhe força moral e espiritual, fazendo-a bela, harmoniosa, pacífica, compassiva e justa.
A isenção do Jejum se dá nos seguintes casos: i) Quando a pessoa estiver enferma; ii) O viajante; iii) Caso a mulher esteja grávida, ou amamentando; iv) O idoso que seja fisicamente incapaz de jejuar, caso possua condições, dar, para cada dia não jejuado, uma refeição a um necessitado, ou o valor equivalente a esta refeição; v) A mulher menstruada, ou em resguardo pós parto, vi) No caso de uma doença incurável: A pessoa deixa de jejuar definitivamente, tendo que dar uma refeição a um necessitado para cada dia não jejuado, ou o equivalente ao valor de uma refeição, caso tenha condições para tal, caso contrário não está obrigado a nada. À exepção do idoso e da doença incurável, os demais deverão repor os dias não jejuados pela condição descrita.
Jejum Cristão:
A Bíblia não ordena que os cristãos jejuem. Não é algo que Deus peça ou exija dos cristãos. Ao mesmo tempo, a Bíblia apresenta o jejum como algo bom, lucrativo e esperado. O Livro de Atos registra os crentes jejuando antes de tomarem importantes decisões (Atos 13:4; 14:23). Jejum e oração frequentemente andam juntos (Lucas 2:37; 5:33).
Diz-se que desviando nossos olhos das coisas deste mundo, podemos melhor voltá-los para Cristo. Jejuar não é uma maneira de conseguir de Deus o que queremos. O jejum muda a nós, não a Deus. Jejuar não é uma maneira de parecermos mais espirituais do que os outros. Jejuar é algo a ser feito em espírito de humildade e atitude alegre. Mateus 6:16-18 declara: “E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto, Para não pareceres aos homens que jejuas...”
Jejum Católico:
A Igreja Católica distingue entre jejum e abstinência. O jejum é a abstinência total de comida e bebida (com excepção da água) enquanto que a abstinência é abster-se de alguma coisa que seja mais pesada ou mais cobiçada. Durante toda a Quaresma é proposta aos Católicos a abstinência a fim de que estes possam experienciar os quarenta dias que Jesus jejuou no deserto. Durante esse período é proposto que se abstenham de comer ou fazer algo e que o dinheiro que sobre dessa abstinência seja entregue a boas causas. Nas Sextas-feiras da Quaresma é proposta a abstinência de carne, por esta ser um alimento mais pesado e tradicionalmente mais caro. Na Sexta-Feira Santa e na Quarta-Feira de Cinzas é proposto o jejum desde o acordar até ao deitar. O jejum não é proposto a pessoas em condições especiais de vulnerabilidade: crianças, enfermos, viajantes, pessoas idosas ou muito fracas, e mulheres grávidas. Os Pastorinhos de Fátima faziam frequentemente jejum como expiação dos pecados do mundo.
Jejum Judeu:
Os judeus fazem jejum no Dia do Perdão (Yom Kippur). Do pôr-do-sol de um dia ao pôr-do-sol do outro dia, eles não comem e não bebem nada, nem mesmo água durante 25 horas. Yom Kippur é um dos dias mais importantes do judaísmo. No calendário hebreu começa no crepúsculo que inicia o décimo dia do mês hebreu de Tishrei (que coincide com Setembro ou Outubro), continuando até ao seguinte pôr do sol. Existem 5 proibições no Yom Kipur: i) Comer (come-se um pouco antes do pôr-do-sol ainda na véspera do dia até o nascer das estrelas do dia de Yom Kipur); ii) Usar calçados de couro; iii) Relacionamento conjugal; iv) Passar cremes, desodorante, etc. no corpo; v) Banhar-se por prazer.
A essência destas proibições é causar aflição ao corpo, dando, então, prioridade à alma. Pela perspectiva judaica, o ser humano é constituído pelo yetzer hatóv (o desejo de fazer as coisas corretamente, que é identificado com a alma) e o yetzer hará (o desejo de seguir os próprios instintos, que corresponde ao corpo). Nosso desafio na vida é "sincronizar" nosso corpo com o yetzer hatóv. Uma analogia é feita no Talmud entre um cavalo (o corpo) e um cavaleiro (a alma). É sempre melhor o cavaleiro estar em cima do cavalo!
Jejum Budista:
O sentido do jejum no budismo consiste no desapego dos bens terrenos, porque o corpo em si mesmo se converte em origem de sofrimentos: «deve desacostumar-se à ‘sede’ de coisas criadas, abandonar o desejo e as inquietudes que dele se derivam, matá-las dentro de si mesmo»; desta maneira se chega ao Nirvana, que consiste na extinção completa dos desejos.
Jejum na Fé Bahá'í:
O Jejum Bahá'í, consiste em que no último mês do Calendário bahá'í, que compreende o período de 2 à 21 de março, os bahá'ís abstem-se de alimentos e bebidas do nascer ao pôr-do-sol.O jejum não é obrigatório para crianças, enfermos, viajantes, pessoas idosas ou muito fracas, gestantes ou os que possuem trabalham pesado. Embora essa abstinência seja realizada fisicamente, a idéia dessa prática é de origem espiritual, representa a purificação do corpo através do desprendimento a desejos mundanos ou egoístas.
Jejum Hindu:
É muito comum na Índia as pessoas realizarem jejum em determinado dia da semana por ser devoto de um Deus específico ou por alguma outra razao. Por exemplo, Segunda-feira é o dia dedicado ao Deus Shiva. É muito comum os devotos de Shiva praticarem o jejum nesse dia da semana. O jejum consiste em fazer uma refeição apenas ao dia. Normalmente após o meio dia. O jejum consiste normalmente em 16 semanas. Acreditam que o jejum de segunda-feira traz uma vida familiar feliz e aquisição de conhecimentos. As solteiras acreditam que fazendo o jejum irão conseguir um bom marido.
Portanto, sendo o Jejum um dos pilares do Islam, também tem sido uma parte integral de todas maiores religiões. O Profeta Jesus jejuou por 40 dias antes de ser chamado para profetização (Mt 4:2). Similarmente o Profeta Moisés jejuou 40 dias e 40 noites antes de lhe ser dada a Lei (Ex. 24:18). Me permitam que enderece as minhas saudações a todos que vão jejuar, desejando-os, como um Ramadan Mubarak.
"Ó fiéis, vos está prescrito o jejum, tal como foi prescrito a vossos antepassados, para que temáis a Deus. Jejuareis determinados dias; porém, quem de vós não cumprir o jejum, por achar-se enfermo ou em viagem, jejuará, depois o mesmo número de dias. Mas quem, só à custa de muito sacrifício, consegue cumpri-lo, vier a quebrá-lo, redimir-se-á, alimentando um necessitado; porém, quem se empenhar em fazer além do que for obrigatório, será melhor. Mas, se jejuardes, será preferível para vós, se quereis sabê-lo. O mês de Ramadan foi o mês em que foi revelado o Alcorão, orientação para a humanidade e evidência de orientação e Discernimento." Al-Qur'an 2:183-184.
Faz muito tempo que vivo no exterior e um dos momentos mais complicados para mim é o início do mês de Ramadan, nono mês do ano Islâmico, altura em que tenho que me abster completamente de comer, beber, ter relações intimas no espaço de antes da alvorada até o por do Sol, durante todo o mês, dado que sinto as saudades das iguarias da minha mãe e da festividade que acompanha esse mês junto dos amigos e família que tenho em Maputo. A hora que escrevo este artigo, 14 horas em Jeddah, ainda é incerto se o jejum começa na sexta-feira ou sábado, pois dependerá do nascimento da lua, mas as ruas, as lojas e centros comerciais já estão 'vestidos à rigor' para receber o sagrado mês. É assim em todo o Médio Oriente e nos países muçulmanos como Indonésia, Malásia, etc. Por este facto, julguei ser interessante trazer as posições das principais religiões em relação ao que significa jejuar.
Jejum Islâmico:
Diz-se que seria um grave erro restringir o sentido do jejum Islâmico à uma definição literal de ser apenas o 4º Mandamento para os muçulmanos, dado que o jejum tem um significado espiritual, que é purificar a alma. Por outro lado, cria no homem o verdadeiro espírito de dedicação social, de unidade, fraternidade e de igualdade perante Deus assim como perante a Lei. Tal espírito emana naturalmente do facto da pessoa que Jejua sentir que pertence a sociedade muçulmana como um todo (Ummah), por cumprir o mesmo dever da mesma maneira e ao mesmo tempo, pelas mesmas razões e com o mesmo intuito com todos os muuçulmanos do mundo. Nenhum sociólogo poderá afirmar ter existido em qualquer período da historia alguma coisa comparável a esta notável instituição do Islam.
O Jejum no Ramadan é parte do programa que o Islam prescreve para o homem completar seu destino moral e espiritual neste mundo e na vida eterna. É a adoração especial designada para desenvolver no homem a habilidade de auto-exercitar sua limitação, paciência em favor de Allah, o Criador, Senhor e Nutridor dos homens. Seu objetivo é dar ao homem o poder de manter seus desejos e tendências controlados, os quais o fazem o homem inclinar à vários pecados, atos de agressão, crueldade e opressão. O Jejum liberta a alma humana e empresta-lhe força moral e espiritual, fazendo-a bela, harmoniosa, pacífica, compassiva e justa.
A isenção do Jejum se dá nos seguintes casos: i) Quando a pessoa estiver enferma; ii) O viajante; iii) Caso a mulher esteja grávida, ou amamentando; iv) O idoso que seja fisicamente incapaz de jejuar, caso possua condições, dar, para cada dia não jejuado, uma refeição a um necessitado, ou o valor equivalente a esta refeição; v) A mulher menstruada, ou em resguardo pós parto, vi) No caso de uma doença incurável: A pessoa deixa de jejuar definitivamente, tendo que dar uma refeição a um necessitado para cada dia não jejuado, ou o equivalente ao valor de uma refeição, caso tenha condições para tal, caso contrário não está obrigado a nada. À exepção do idoso e da doença incurável, os demais deverão repor os dias não jejuados pela condição descrita.
Jejum Cristão:
A Bíblia não ordena que os cristãos jejuem. Não é algo que Deus peça ou exija dos cristãos. Ao mesmo tempo, a Bíblia apresenta o jejum como algo bom, lucrativo e esperado. O Livro de Atos registra os crentes jejuando antes de tomarem importantes decisões (Atos 13:4; 14:23). Jejum e oração frequentemente andam juntos (Lucas 2:37; 5:33).
Diz-se que desviando nossos olhos das coisas deste mundo, podemos melhor voltá-los para Cristo. Jejuar não é uma maneira de conseguir de Deus o que queremos. O jejum muda a nós, não a Deus. Jejuar não é uma maneira de parecermos mais espirituais do que os outros. Jejuar é algo a ser feito em espírito de humildade e atitude alegre. Mateus 6:16-18 declara: “E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto, Para não pareceres aos homens que jejuas...”
Jejum Católico:
A Igreja Católica distingue entre jejum e abstinência. O jejum é a abstinência total de comida e bebida (com excepção da água) enquanto que a abstinência é abster-se de alguma coisa que seja mais pesada ou mais cobiçada. Durante toda a Quaresma é proposta aos Católicos a abstinência a fim de que estes possam experienciar os quarenta dias que Jesus jejuou no deserto. Durante esse período é proposto que se abstenham de comer ou fazer algo e que o dinheiro que sobre dessa abstinência seja entregue a boas causas. Nas Sextas-feiras da Quaresma é proposta a abstinência de carne, por esta ser um alimento mais pesado e tradicionalmente mais caro. Na Sexta-Feira Santa e na Quarta-Feira de Cinzas é proposto o jejum desde o acordar até ao deitar. O jejum não é proposto a pessoas em condições especiais de vulnerabilidade: crianças, enfermos, viajantes, pessoas idosas ou muito fracas, e mulheres grávidas. Os Pastorinhos de Fátima faziam frequentemente jejum como expiação dos pecados do mundo.
Jejum Judeu:
Os judeus fazem jejum no Dia do Perdão (Yom Kippur). Do pôr-do-sol de um dia ao pôr-do-sol do outro dia, eles não comem e não bebem nada, nem mesmo água durante 25 horas. Yom Kippur é um dos dias mais importantes do judaísmo. No calendário hebreu começa no crepúsculo que inicia o décimo dia do mês hebreu de Tishrei (que coincide com Setembro ou Outubro), continuando até ao seguinte pôr do sol. Existem 5 proibições no Yom Kipur: i) Comer (come-se um pouco antes do pôr-do-sol ainda na véspera do dia até o nascer das estrelas do dia de Yom Kipur); ii) Usar calçados de couro; iii) Relacionamento conjugal; iv) Passar cremes, desodorante, etc. no corpo; v) Banhar-se por prazer.
A essência destas proibições é causar aflição ao corpo, dando, então, prioridade à alma. Pela perspectiva judaica, o ser humano é constituído pelo yetzer hatóv (o desejo de fazer as coisas corretamente, que é identificado com a alma) e o yetzer hará (o desejo de seguir os próprios instintos, que corresponde ao corpo). Nosso desafio na vida é "sincronizar" nosso corpo com o yetzer hatóv. Uma analogia é feita no Talmud entre um cavalo (o corpo) e um cavaleiro (a alma). É sempre melhor o cavaleiro estar em cima do cavalo!
Jejum Budista:
O sentido do jejum no budismo consiste no desapego dos bens terrenos, porque o corpo em si mesmo se converte em origem de sofrimentos: «deve desacostumar-se à ‘sede’ de coisas criadas, abandonar o desejo e as inquietudes que dele se derivam, matá-las dentro de si mesmo»; desta maneira se chega ao Nirvana, que consiste na extinção completa dos desejos.
Jejum na Fé Bahá'í:
O Jejum Bahá'í, consiste em que no último mês do Calendário bahá'í, que compreende o período de 2 à 21 de março, os bahá'ís abstem-se de alimentos e bebidas do nascer ao pôr-do-sol.O jejum não é obrigatório para crianças, enfermos, viajantes, pessoas idosas ou muito fracas, gestantes ou os que possuem trabalham pesado. Embora essa abstinência seja realizada fisicamente, a idéia dessa prática é de origem espiritual, representa a purificação do corpo através do desprendimento a desejos mundanos ou egoístas.
Jejum Hindu:
É muito comum na Índia as pessoas realizarem jejum em determinado dia da semana por ser devoto de um Deus específico ou por alguma outra razao. Por exemplo, Segunda-feira é o dia dedicado ao Deus Shiva. É muito comum os devotos de Shiva praticarem o jejum nesse dia da semana. O jejum consiste em fazer uma refeição apenas ao dia. Normalmente após o meio dia. O jejum consiste normalmente em 16 semanas. Acreditam que o jejum de segunda-feira traz uma vida familiar feliz e aquisição de conhecimentos. As solteiras acreditam que fazendo o jejum irão conseguir um bom marido.
Portanto, sendo o Jejum um dos pilares do Islam, também tem sido uma parte integral de todas maiores religiões. O Profeta Jesus jejuou por 40 dias antes de ser chamado para profetização (Mt 4:2). Similarmente o Profeta Moisés jejuou 40 dias e 40 noites antes de lhe ser dada a Lei (Ex. 24:18). Me permitam que enderece as minhas saudações a todos que vão jejuar, desejando-os, como um Ramadan Mubarak.
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